segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A NOVA ERA




A NOVA ERA


A evolução do Ser é infinita. O Plano Cósmico ao qual estão ligados os Governadores dos Planetas e dos Sistemas disseminados pelo Universo.
A função de um Governador de um Planeta; ele não governa apenas. Assessorado por inúmeras equipes de Construtores Siderais cria o mundo que irá governar. Atuando sobre os elementos da Natureza extraídos do Fluído Cósmico Universal, sobre os quais é senhor, aglutina e combina os elementos que irão compor o mundo.
Uma vez constituída a sua forma inicial, este se desenvolverá sob o influxo da Natureza.
A forma Planetária é plasmada, ela passa pelos processos naturais de desenvolvimento até que um dia se torne suscetível à manutenção da vida orgânica. No decorrer desse período os construtores plasmam as primeiras manifestações de vida. Surgem então as organizações unicelulares, que passam a se multiplicar naturalmente. Ao longo dos milênios sofrem as combinações e as transformações necessárias e, sob o influxo da vontade da equipe criadora comporão as diversas formas que a natureza do Planeta comportará segundo o sistema a que estará vinculado.
Na criação não há desperdício. Algumas espécies desses animais possuíam todas as células cancerosas e cresciam uniformes até a morte por exaustão. Tinham por finalidade produzir grande quantidade de massa orgânica para que houvesse no futuro combustível suficiente para sustentar o desenvolvimento e o progresso da humanidade.
Quando o Governador da Terra Jesus Cristo peregrinou pelo plano físico afirmou:
“Sois Deuses, fareis o que eu faço e muito mais.”
Seu Amor e sua Sabedoria governam o nosso Planeta.
Era preciso criar uma egrégora para orientar o pensamento humano na direção dos verdadeiros objetivos do Ser: os seus ensinamentos estão fundamentados nas leis que regem o equilíbrio do Universo. Apesar de interpretada como mística pela maioria dos seres, a Egrégora Cristã é profundamente científica.
“A cada um segundo suas obras” Lei da Causa e Efeito.
“É preciso nascer de novo” Se refere às experiências sucessivas necessárias à evolução e o progresso do espírito.
Não haverá separações entre aqueles que se amam. Os excluídos após cumprirem o tempo necessário para se libertarem das fraquezas que os excluíram, poderão voltas a Terra. No futuro, todos aqueles que ficarem poderão visitá-los e até ajudá-los, pois gozarão de maior liberdade de espírito.
Tudo aquilo que foi colocado pelo homem nas religiões, serão arrancadas pela raiz. Ficará o que foi plantado pelo Governador do nosso Planeta: Jesus Cristo: às Leis Universais. O Fanatismo que hoje predomina, serão arrancadas da cultura terrestre.
A religião deveria estudar os sentimentos e seus efeitos, proporcionando aos seres o conhecimento de si mesmos, a fim de aproximá-los do criador: Infelizmente o espírito farisaico ainda predomina e prolifera em abundância nos meios religiosos, manipulando a verdade segundo os interesses daqueles que as professam.
Todos os valores necessários à construção do novo mundo serão preservados. Tudo o que é supérfluo será desprezado. As criaturas estarão preocupadas com as coisas práticas e úteis para o conforto e o bem estar das coletividades.
As Artes renascerão e o belo será restaurado, a música alcançará magníficos acordes, a natureza atingirá o clímax da sua exuberância.
No campo da Ciência a Alquimia se destacará na combinação dos elementos. A fé será sustentada pela ciência na busca e na compreensão da verdade e a Terra não conhecerá mais crises. Na Medicina a compreensão e o entendimento da Espiritualidade; ou seja: o Ser Humano como um Todo será a Medicina do Futuro. Pois construímos todas as nossas doenças com nosso mental, emocional, atitudes e comportamentos.
A pecuária será extinta, não havendo necessidade de comer carne, e a agricultura será à base da alimentação humana.
As inúmeras e acentuadas transformações que sofrerá o Planeta obrigará os cartógrafos a refazerem o mapa geográfico. Surgirão novos continentes e toda a Europa, América do Norte, Ásia sofrerão sensíveis transformações. A América do Sul se desprenderá da América Central e em vários pontos do Planeta surgirão novas terras e novos mares.
Alguns países tentarão manter as tradições, mas logo estas serão absorvidas pela cultura geral que abrangerá todo o Planeta. O Planeta será UNO. Tradições e culturas serão lembranças.
O governo não será mais exercido pela superioridade econômica, mas sim pela superioridade moral. Os líderes surgirão destacando-se naturalmente pelas suas qualidades morais e não mais suscitados pela propaganda.
No Brasil pulsará o coração da Terra!
Até que todos os países se organizem ele, apoiando pelos planos superiores, será o grande benfeitor da humanidade socorrendo os seres em todos os continentes, enxugando lágrimas e saciando a fome. (Brasil coração do Mundo Pátria do Amor).
As riquezas e a grandeza de um país não se medem pela extensão territorial e nem pela situação econômica, mas sim pelo conjunto de sentimentos puros que anima os seus habitantes.
Os pensamentos, sentimentos e palavras formam emanações de energia que são vistas por todos aqueles que têm a sensibilidade e a força interna do Amor. Grandes grupos no Brasil, formam correntes de energias de Amor que são trazidas para outras regiões necessitadas. A mansidão é uma das características que fará com que assuma a liderança do Planeta a partir dos momentos mais críticos da transição que se aproxima.
“As estatísticas aqui do Centro de Operações no Astral apontam para a permanência no plano físico de um terço da humanidade”. Entretanto, esse número dependerá do comportamento de muitos. Nós já estamos há muito tempo sendo observados bem de perto. O tempo já se iniciou. A transformação já está acontecendo. Depende exclusivamente de nós alterar essa estatística.
A maioria dos países envolvidos na guerra final terá seus exércitos dizimados. No Brasil as forças armadas assumirão o papel do exercito da paz. Com suas máquinas e seus homens irão colaborar no arroteamento da Terra, ampliando a agricultura para saciar a fome dos sobreviventes.
Temos que estar preparados, desprendidos do EGO, das paixões do desamor para que possamos nos transformar junto com a transição planetária. Acreditem ou não é necessário a mudança AGORA! 
Em todos os segmentos da sociedade humana existem os bons o os maus. Até hoje os maus predominam por toda a parte porque são arrojados. Movidos pela ganância do ouro e do poder, usando a máscara da hipocrisia destacam-se nos meios políticos, artísticos e culturais, preenchendo as páginas da imprensa. Nem por isso representam a maioria de um país. Nesse meio os bons são discriminados e pouco aparece. Mesmo aqueles que se destacam pelas virtudes mais sublimes e que deveriam marcar exemplo, logo são esquecidos pelos meios de comunicação, pois não vendem notícia.
Os bons são tímidos, não disputam os primeiros lugares.
No Brasil representam uma grande maioria que vive na obscuridade. Eles estão por toda a parte, na agricultura, nas fábricas, nas religiões, na política, nas artes, na cultura, nos meios de comunicação e também nos exércitos.
No momento certo serão convocados pelas circunstâncias a prestarem seus serviços nas frentes de comando e de trabalho.
Nos momentos mais difíceis, apavorados, os maus abandonarão seus cargos. Preocupados apenas em preservar a própria vida e suas riquezas entregarão a Terra ao total desgoverno. Os bons preocupados com a coletividade assumirão espontaneamente as tarefas mais difíceis daquele momento.
Realmente tudo obedece a um plano pré-estabelecido segundo as circustâncias criadas pelo próprio Homem no exercício da sua liberdade. Entretanto estas poderiam ser diferentes se os caminhos escolhidos por ele fossem outros.
Na sociedade futura todos trabalharão pelo bem comum! Desde o lavrador e o operário mais simples, até o mais qualificado cientista, todos terão acessos aos recursos necessários à vida com conforto e dignidade. Diferentes serão apenas as responsabilidades, os direitos básicos serão os mesmos para todos.
Os direitos e as responsabilidades estarão definidos na própria consciência dos habitantes dessa nova ordem.
O bem comum será eternamente a meta a ser alcançada. Não será preciso que os governos baixem decretos determinando o comportamento do cidadão, estes estarão conscientes dos seus direitos e responsabilidades. Familiarizados com a realidade do espírito eterno almejarão o próprio progresso fazendo o melhor que podem para si e para os seus semelhantes.
Todos terão consciência de que são espíritos encarnados, pois o espírito faz parte da natureza humana, a vida é a força do espírito sobre a mataria, sem espírito não havido. Todos chegarão a essa verdade.
Os valores serão reais, ou seja, pelo que você é e não pelo que você está!  Ou pelo que você faz. Ou o que tem.
Cuida para que suas atitudes não contrariem as Leis Universais e Imutáveis.
No Universo existem muitas civilizações bem mais evoluídas do que nós. Seus corpos se tornaram sutis, não necessitando desta massa densa. Dependerá de cada um, pois a evolução é individual, mesmo sendo direcionada para um grupo. Muitos de vocês verão familiares desencarnarem com doenças que serão descobertas de uma hora para a outra.
O importante é que todos fiquem atentos e não se assustem, Estejam prontos!
Patrícia Jorge Alves
Terapeuta Homeopata
ATENEMG – 1498
CONAHOM - 1081

ESSA NOITE NÃO!!!!




LETRA:
ESSA NOITE NÃO
AUTOR: LOBÃO


A cidade enlouquece sonhos tortos
Na verdade nada é o que parece ser
As pessoas enlouquecem calmamente
Viciosamente, sem prazer
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não
As cortinas transparentes não revelam
O que é solitude, o que é solidão
Um desejo violento bate sem querer
Pânico, vertigem, obsessão
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não
Tá sozinha, tá sem onda, tá com medo
Seus fantasmas, seu enredo, seu destino
Toda noite uma imagem diferente
Consciente, inconsciente, desatino
A maior expressão da angústia
Pode ser a depressão
Algo que você pressente
Indefinível
Mas não tente se matar
Pelo menos essa noite não!


Letra Atual.......
Somos Consciente sobre nossas atitudes? Nossos Comportamentos?
Estamos Imunes em relação aos adoecimentos?

Patricia Jorge Alves
Terapeuta Homeopata



A VERDADE VINDA DO COSMO




A VERDADE VINDA DO COSMO


A inteligência Suprema está no comando do Universo, e em dado momento terá que intervir para acelerar o progresso moral da humanidade.
A Terra se prepara para sofrer o mesmo processo a que se submeteu Capela, na constelação de Cocheiro, no Hemisfério Boreal.
Mais do que nunca os Homens terão que buscar o conhecimento de si mesmo, a fim de se harmonizar com sua natureza interior e começar a agir com sua essência interior e conquistar o seu lugar no contexto universal.
Com a ajuda de nossos mestres do Universo, nos preparemos para o Terceiro Milênio que se aproxima rapidamente.
Engenheiros Siderais e Missionários exercem atividades relacionadas ao Planeta Terra. São os responsáveis pelo equilíbrio planetário, ficam em um dos departamentos da criação, no nosso sistema solar. “É uma espécie de plataforma suspensa no ar”. Centro de Operações do Sistema Solar”. Está instalado desde quando a Terra era apenas um aglomerado de poeira cósmica.
...Observei que, vinda da direção da América do Norte, uma nuvem escura e densa igual àquelas que antecedem a uma grande tempestade, pairava sobre a Europa e se estendia cobrindo toda a Ásia. As nuvens escuras são emanações do pensamento predominante dos habitantes dessas regiões. É uma poderosa egrégora cujo teor bélico gravou no éter imagens que retratam o futuro desses povos com terríveis conseqüências para o resto do Planeta... Vi perfeitamente uma grande movimentação no ar e na terra, explosões sucediam-se em todos os pontos daquela área principalmente sobre a Ásia. Fachos incandescentes rasgavam os céus vindos de toda a parte. A face da Terra ardia em chamas entre os dois pólos.
Infelizmente o homem persiste em seus conceitos errôneos e caminha resoluto para esse desastre.
A Terra se transformará de um Planeta de Expiação e Provas para Regeneração na Luz.
Os Seres Humanos que se fortalecerem dentro do Amor Universal e do Entendimento e compreensão de si mesmo, construirão um mundo novo sobre as cinzas do mundo velho, e a Terra acenderá na trajetória evolutiva dos mundos. Os espíritos que permanecerão no plano físico e no plano etérico do Planeta, estarão selecionados naturalmente pelas suas emanações mentais. O desejo de paz e o sentimento de solidariedade predominante em cada um deles transformarão a Terra em um verdadeiro paraíso para os espíritos em evolução. Nada poderá fazê-los retroceder... Vi ao lado da Terra uma sombra esférica muitas vezes maior que ela. Essa esfera é um Planeta primitivo. Está de passagem pelo nosso sistema. Seus habitantes estão vivendo a era da barbárie, são espíritos novos na evolução, precisam de um impulso para que desenvolvam o progresso. A força magnética está atraindo para sua esfera todos os espíritos terrestres cujas emanações mentais se identificam com seu estado primitivo. Vinculados a esse novo mundo, os excluídos renascerão entre os povos ali existentes e, com as experiências adquiridas na Terra, marcarão uma nova era para esse planeta. Por outro lado, essa mesma força magnética atuará sobre a esfera terrestre, alterando sua órbita, provocando grandes transformações na sua paisagem, fazendo-a ressurgir ainda mais bela e mais rica. A radiatividade proveniente dos resíduos nucleares se reintegrará ao Fluído Cósmico Universal e os sobreviventes terão um novo céu e uma nova atmosfera isenta dos elementos deletérios, físicos e etéricos. A higienização do Planeta será completa.
Todo o espírito ignorante ou que ainda não alcançou a mansidão e, registra em sua consciência sentimentos característicos da barbárie, como a violência, o egoísmo, a ganância, a luxúria e todos os tipos de imperfeições, fatalmente serão atraídos para a nova morada de onde só sairá quando corrigir em si mesmo tais desequilíbrios.
Antes que essas coisas aconteçam à humanidade enfrentará um desafio que virá do Micro-Universo. Das diversas regiões miseráveis e primitivas que há muitos séculos sofrem o descaso do poder econômico e das sociedades organizadas, surgirá um microorganismo que ceifará milhões de vidas humanas contribuindo para as primeiras imigrações coletivas dos espíritos excluídos. Será uma grande oportunidade para que os seres revejam seus conceitos e valores e despertem em si mesmo o sentimento fraterno e solidário com o qual poderão alterar sensivelmente suas emanações mentais a ponto de alcançarem o merecimento para continuarem no Planeta.
O Micro-Universo é estável enquanto não há alterações na natureza onde ele se desenvolve. Entretanto quando o ambiente à sua volta se altera, sofre mutações contínuas até que se ajuste às novas condições. Alguns microorganismos banhados pelos agentes químicos e radioativos dispersos na atmosfera, vêm sofrendo profundas alterações, o que os obriga a procurar novos hospedeiros e o Homem é um hospedeiro em potencial.
Na verdade não existe contágio indiscriminado. A ciência Humana para nas fronteiras da matéria densa, mas a verdadeira ciência transcende a forma.
A Homeopatia com seus conhecimentos simples, mas de uma profundidade, veio nos mostrar o porquê adoecemos, nossos corpos: mental, emocional, energético, espiritual, nossa força vital; o que pensamos, sentimos ou agimos. Como está nossa freqüência energética. Como nos alimentamos hoje em dia. A Homeopatia é energia Pura. Não existe molécula, somente a energia do semelhante. Lei de Hahnemann semelhante cura semelhante é muito simples a cura, a mudança, a vida, basta sentir vontade de mudar.
O Universo Astral ou Fluídico preexiste à matéria e a governa. Se o Corpo astral do indivíduo não possuir elementos que favoreçam o desenvolvimento de tais microorganismos, mesmo com o contágio físico, estará imune aos seus efeitos nocivos, pois este não conseguirá desenvolver-se. Uma das maneiras de equilíbrio dos corpos é a Homeopatia, pois ela diretamente nos conecta com a nossa essência. As exonerações em que ela produz fazem com que nos limpamos de energias densas que estavam condensadas em nossos corpos. Por meio de nossos pensamentos, atitudes, sentimentos é que atraímos para nós em nosso físico as chamadas “doenças”, que apenas são manifestações inteligentes do nosso corpo físico, mostrando com sintomas que nossa máquina interna precisa ser mudada imediatamente. Existe sim doente! Mas não doenças.
O Ser carrega consigo o seu próprio Universo sendo maior ou menor segundo sua evolução. Esse Universo se expande ou se contrai, é um campo magnético que o acompanha dentro ou fora da matéria, ele é um reflexo do seu caráter e da sua evolução, sendo um campo energético, está suscetível à transformações segundo a fonte que o irradia. O pensamento doentio, a revolta ou outras fraquezas do espírito provocam o desequilíbrio dessa energia impregnando-a de elementos deletérios, os quais interferem na constituição orgânica que abriga o Ser; tornando-se suscetível às enfermidades mais diversas. Estes serão os primeiros a serem atingidos.
Do átomo, de onde se origina o espírito, até que alcance o reino hominal, os seres transitam por todos os reinos da natureza. Por isso nascem e renascem no plano físico agrupados pelas necessidades evolutivas, a fim de se libertarem das características dos reinos inferiores, principalmente do reino animal que foi sua última etapa antes de atingir a razão.
A partir daí se torna um tanto mais difícil, pois assume o raciocínio e deixa de ser impulsionado pelo instinto, tornando-se livre para agir como bem entender. Achando que é livre, cria em seu mundo tridimensional, o Ego, ligado às paixões e se identificando com o corpo físico e separando de Deus. Pois somos Deuses. Não respeitamos as Leis Universais e uma delas é a Lei Causa e Efeito que o obriga a viver no clima de suas realizações, sejam elas quais forem.
Submetido somente por essa Lei, tende a se aperfeiçoar, pois sendo obrigado a viver sob o jugo das próprias circustâncias que criou, acabará descobrindo que é o autor de seu próprio destino. Encontramos então o Sofrimento. Mas existem Muitas Leis que não nos preocupamos agindo num sono profundo da ignorância.
A Humanidade renovada nos seus conceitos e valores abrirá as portas para o infinito do conhecimento. Pelo seu avanço poderá se relacionar com outros mundos dentro e fora do sistema solar, criando um intercâmbio de valiosas informações. A cada geração desenvolverá novas faculdades aprimorando o próprio corpo físico que irá se tornar mais sutil, mais belo e conseqüentemente isento dos males que hoje o atingem.
A Ciência não tem fronteiras. A grande maioria dos homens que a manipula é que está preocupada apenas com as descobertas que atendam aos seus interesses inferiores e imediatos. A grande barreira que existe está nos homens e não na Ciência. A Natureza não dá saltos, a lagarta enquanto não sofrer a metamorfose necessária e se transformar na borboleta, não poderão voar.
O Homem enquanto não sofrer as transformações necessárias em nível de consciência, amor universal e se equilibrar com a sua própria natureza não poderão alçar vôo no campo do conhecimento além do que o seu estado evolutivo lhe permite.
Então o Ser é o principal protagonista na história do Universo!
À medida que nós Seres Humanos começarmos verdadeiramente nossa mudança interna iremos nos expandir e colaborar na construção de Mundos e na expansão do Universo nos tornando Cidadãos Cósmicos. A evolução do Ser é infinita. Aproveitemos então, para começar Agora!


Patrícia Jorge Alves
Terapeuta Homeopata

domingo, 10 de outubro de 2010

Auto Estima







AUTO-ESTIMA

O estado de "espírito" tem grande influência sobre o bem-estar e a saúde. A tristeza, o medo, a raiva, os aborrecimentos, a mágoa, as preocupações e uma auto-estima baixa podem afetar muito a saúde. Por outro lado, a alegria de viver, a despreocupação, o descanso e uma auto-estima positiva têm efeitos muito benéficos.
A auto-estima é um dos fatores que mais influi no desenvolvimento pessoal, no bem-estar e na saúde integral. É sobretudo uma experiência íntima, um sentimento construtivo, uma consciência que se auto-afirma, um conceito positivo que se elabora a respeito de si mesmo, embasado em atitudes corretas, éticas e na integridade do caráter; é o respeito e o apreço da pessoa por si mesma. Diariamente, há a necessidade da conscientização da importância da auto-estima e, portanto, de seu cultivo. É preciso nutri-la, despertá-la e aperfeiçoá-la.

A função da auto-estima

A função primordial do sistema imunológico é a de proteger o organismo contra as diversas infecções e contra o desenvolvimento de câncer. A auto-estima tem função análoga, a de proteger a pessoa dos perigos, das agressões, dos desrespeitos, da vulnerabilidade e dos sofrimentos.
Assim, quando alguém se valoriza e se respeita, ou seja, tem a consciência da importância de seus valores pessoais, deixa-os transparecer naturalmente a outras pessoas, através de seu jeito de ser, de suas atitudes; também, passa a escolher com mais critério as pessoas com as quais, obviamente, identifica-se e com as quais necessita se relacionar. Por exemplo, patrão, empregados, amigos, parentes, vizinhos...
A auto-estima positiva torna os seres humanos melhores e mais conscientes em relação à vida. Quem tem uma auto-estima positiva é mais sábio, pacífico e não vê a natureza, o seu semelhante com indiferença e como ameaça.
Pode-se dizer que existem três tipos de auto-estima:

Auto-estima positiva: não é competitiva e nem comparativa. É constituída de dois importantes sentimentos, o de capacidade (de que se é capaz) e o de valor (de que se tem qualidades, de que se é uma pessoa valiosa, na medida do esforço de aperfeiçoamento). É resultante da confiança, do respeito e do apreço que uma pessoa possa cultivar em relação a si mesma.

Auto- estima relativa: oscila entre o sentir-se apta e não, valiosa e não, "acertada" e "desacertada" como pessoa; tais incoerências se manifestam nos sentimentos e nas atitudes; às vezes, a pessoa age com sensatez, às vezes, com imaturidade, reforçando-se assim a sua insegurança. A supervalorização das próprias capacidades revela uma auto-estima confusa e não um excesso de auto-estima.

Auto- estima baixa: caracteriza-se pelo sentimento de inferioridade e de incapacidade pessoal, de insegurança, de dúvidas a respeito de si mesma, de culpa, pelo medo de viver plenamente, pela sensação de que o que se é não seja suficiente, pelo baixo aproveitamento nos estudos ou no trabalho, pela imaturidade afetiva e pelas relações interpessoais destrutivas.
É necessário que cada pessoa avalie e reflita profundamente a respeito de sua auto-estima, pois nem sempre os sentimentos de uma auto-estima deficiente são reconhecidos e admitidos.
Desenvolver uma consciência saudável a respeito de si mesma é de grande importância para a própria vida e para as outras pessoas, pois a auto-estima positiva torna a pessoa perspicaz, zelosa, capaz, benevolente, apta, generosa, saudável e valiosa perante a vida e aos seus semelhantes. A forma como alguém se sente intimamente influencia os diversos aspectos de sua existência, desde a maneira como age no trabalho, em casa, na escola, nos relacionamentos, no amor, no sexo, até na paternidade, na maternidade, nas possibilidades de aperfeiçoamento na vida...
Portanto, a auto-estima positiva é a chave para o despertar da consciência, do êxito ou do fracasso.
Na infância, o amor, o apreço, o respeito, a segurança, o apoio e o incentivo dos pais e educadores são indispensáveis para a elaboração de uma auto-imagem positiva e saudável. No entanto, a contribuição negativa das pessoas, as críticas, o ciúme, o autoritarismo dos pais, as companhias destrutivas, o descuido com a integridade e a honestidade, a falta de responsabilidade e de disciplina, dentre outros fatores, podem afetar negativamente a auto-estima.
Na juventude, as pessoas podem alimentar ou prejudicar a confiança e o respeito do jovem por si mesmo, se o respeitam ou não, se o amam ou não, se o valorizam ou não e o estimulam ou não a ter confiança em si. Apesar do que possa acontecer na vida, a pessoa é plenamente capaz de libertar-se das experiências desastrosas e de desenvolver uma auto-estima positiva, se assim, verdadeiramente, almejar.
Os sintomas da baixa-auto-estima
Alguns sinais, sintomas e comportamentos refletem uma auto-estima baixa (com exceção dos distúrbios fisiológicos): inaptidão para a vida, insegurança, sentimento de inferioridade, sentimento de "desacerto", angústia, depressão, medo de relacionamentos, o abuso do álcool, o tabagismo, o uso de drogas, o baixo aproveitamento escolar e o baixo rendimento no trabalho, o descaso com a saúde, os hábitos dietéticos errôneos, o maltrato às mulheres, o maltrato aos homens, uma vida sexual promíscua, a violação de menores, toda forma de violência e agressividade, as disfunções sexuais, a imaturidade afetiva, o suicídio, os crimes violentos...
Quando se pensa em auto estima, não se deve relacioná-la ao amor próprio exagerado ou ao sentimento de que se é melhor ou superior aos demais.

                           Patricia Jorge Alves
                     Terapeuta Homeopata

segunda-feira, 27 de setembro de 2010


DIVINA  HOMEOPATIA
 “A ARTE DE CURAR”


A Homeopatia é uma prática única em seu gênero. Concebida, há dois séculos, por Samuel Hahnemann, ela coloca em jogo um processo terapêutico original apoiado numa abordagem tanto empírica como conceitual da doença, de sua integração na personalização do doente e de seu tratamento. Sendo um sistema de tratamento que usa substâncias especialmente preparadas e altamente diluídas para colocar em ação os mecanismos de cura ( força vital) do próprio corpo, de forma abrangente. Utiliza uma série de substâncias derivadas de plantas, animais, minerais, substâncias químicas sintéticas, drogas convencionais, órgãos, todas em quantidades ínfimas, usando um processo de preparação especial. Diluições em etapas com agitação entre as etapas; contendo somente a memória da substância sem a presença de moléculas.
É difícil dar a homeopatia todo o seu significado e não situarmos o seu fundador no contexto da época, uma época especialmente movimentada, tanto na Alemanha como na França; na Medicina como nas Ciências ou na Filosofia; na Política como na Arte, na Música ou na Literatura. Samuel Hahnemann inscreve-se nessa engrenagem de renovação: está a par das novas ciências, pois traduziu, durante seus estudos, textos de Química, de Física, de Fisiologia entre outros. E quando para momentaneamente de exercer a Medicina, em 1790, por insatisfação e revolta contra os meios terapêuticos, Justificando:


“ [...] meu senso do dever não me permitia ocupar-me do estado patológico desconhecido de meus “irmãos” que sofrem com a ajuda de medicamentos desconhecidos[...]. A idéia de transformar-me assim em assassino ou em malfeitor, tratando-se da vida de meus companheiros, era terrível para mim, tão espantosa e inquietante que deixei toda a minha prática de lado durante meus primeiros anos de recém – casado...” ( Hahnemann 1808).

“É preferível não ter nenhum médico nem medicamento do que deixar-se tratar à maneira da escola antiga”. (Hahnemann)


Mas sua pausa também foi para pensar, informar-se, conhecer. Mantendo simultaneamente uma produção científica pessoal, especialmente em Química, ele traduz obras que refletem suas ordens de preocupações: As pesquisas sobre tísica pulmonar, de M. Ryan, A advertência às mulheres, de J. Grigg, a Matéria Médica de Cullen, o tratado de química médica e farmacêutica, de De La Métherie, etc. O importante é relatar que na Faculdade de Medicina traduziu obras de Paracelso, Hipócrates, etc. pois dominava línguas como: Grego, Latim, Francês, Inglês Aramaico, entre outros.
Se impôs por vários anos para não continuar a utilizar métodos em que já não acreditava levou-o a uma reflexão aprofundada sobre o próprio fundamento do saber médico e das práticas terapêuticas. É nesse contexto que nasceu na mente deste grande gênio Samuel Hahnemann a busca de outra coisa, ainda inteiramente aureolada de pronunciada fé no “poder divino” e em sua capacidade de finalizar os empreendimentos humanos:
Não, há um Deus que é bondade, a própria sabedoria, deve também haver um meio criado por Ele de curar as doenças, com certeza[...]. Por que este meio não foi encontrado em vinte séculos em que há homens que se dizem médicos? É porque estava muito próximo de nós e muito fácil, porque, para consegui-lo, não eram necessários brilhantes sofismas nem hipóteses sedutoras. Bem![...] buscarei bem perto de mim onde deve estar aquele meio em que ninguém pensou por ser simples demais[...]. Eu pensava: deves observar a maneira pela qual os medicamentos agem sobre o corpo do homem quando se acha no tranqüilo equilíbrio da saúde. As mudanças que eles então determinam não ocorrem em vão e devem certamente significar algo; pois, sem isso, por que operariam?...”(Hahnemann, Carta sobre a urgência de uma reforma em medicina, 1805, traduzida em Estudos de Medicina Homeopática,v.I, Paris, 1855, citado por L. Simon, nota histórica e médica sobre a vida e as obras de Samuel Hahnemann, 4. ed.fr. de O Organon da Arte de Curar; Exposição da Doutrina Médicca Homeopática, publicada em Paris por J. B. Baillière, em 1856, a partir da 5. ed.original) (Hahnemann, 1834, trad.fr.;1856).

Em busca de outro meio de curar as doenças e, mais amplamente, de dar outro sentido à doença e ao seu tratamento, inscreve-se dentro do movimento surpreendentemente vigoroso cultivado pelo pensamento europeu no final do século XVIII, ruptura epistemológica, com os fundamentos teístas que geravam de fato os saberes humanos e até a ordem do pensamento e da sociedade.
Curiosamente, a medicina marca passo quando se comparam seus avanços com os da filosofia ou das ciências. Enquanto a química e a física fazem com que a indústria transponha etapas decisivas, enquanto a eletricidade, a fotografia e a máquina a vapor vão revolucionar as sociedades, a biologia está apenas em seu início, e a medicina continua enredada em seus conflitos, suas teorias nebulosas, seus capitais de situação e suas querelas de distinção. Alguns nomes evocadores de etapas, de combates e às vezes também de nomadismo, já se incorporaram sempre em busca de um novo saber: Réaumur, Spallanzani, Pinel, Lavoisier, Bichat, Broussais, Dupuytren, Laennec e Magendie, que lançará as bases da fisiologia moderna.
O Caráter profundamente inovador da trajetória de Samuel Hahnemann em sua época, e ainda hoje, reside na combinação de algumas idéias-força:

- um medicamento não age diretamente sobre o agente mórbido, e sim sobre os desarranjos que este introduziu na harmonia vital, expressa pela boa saúde, “quando a força vital instintiva, automática e incapaz de raciocínio foi levada pela doença a reações anormais...” (hahnemann, 1834, trad.fr.,1856, Introdução);
- um medicamento age tanto naquele que goza de boa saúde quanto no doente, e é a observação de seus efeitos no sujeito sadio que permite deduzir seu estudo terapêutico;
- na aplicação do tratamento pelos similares (similia similibus curantur) e em virtude do princípio de similitude, o médico deve buscar a dose mais fraca de medicamento capaz de provocar uma reação salvadora no organismo, “por meio de um poder morbífico capaz de produzir sintomas semelhantes e um pouco mais fortes...”(Hahnemann, 1834, trad.fr.,1856);
- a experimentação dos medicamentos em si mesmo permite ao médico conhecer, pela experiência pessoal,os distúrbios gerados por cada um deles em dose elevada. É uma atitude de alto valor ético e que confere ao profissional um real conhecimento do produto prescrito. (Hahnemann,1834,trad.fr.,1856).

Na Homeopatia são defendidas três princípios:  Similitude, Infinitesimalidade e
Globalidade – e a experiência individual das patogenesias.
O princípio de vitalidade ou de força vital parece ter-se apagado um pouco da memória coletiva em favor da globalidade, embora representasse, e ainda represente, um espinho irritante para os organicistas, mecanicistas e materialistas, sendo ele sem dúvida, o principal agente do pensamento hahnemanniano. O princípio de globalidade encontra sua verdadeira dimensão, como explica com muita clareza M. Guermonprez em seu artigo “Globalidade” (Capítulo II. 3), apenas quando assume aquela noção essencial, de onde resultará, por encadeamento lógico, a idéia da reatividade própria de um sujeito como expressão dessa energia interna que abre, ela mesma, um amplo campo de reflexão e de observação em torno da idéia de “terreno” e onde vão inscrever-se as múltiplas tentativas de valorização e de hierarquização dos sintomas, de racionalização das afecções crônicas, de sistematização e tipagem dos indivíduos, que marcam a trajetória da Homeopatia até hoje.
Por ter o discurso de Samuel Hahnemann se oposto frontalmente às idéias recebidas, a Homeopatia desenvolveu-se sem grande concessão aos discursos triunfalistas de uma medicina acadêmica, incapaz de exercer sobre si a crítica e a censura que tão bem sabia prodigalizar a seus oponentes. O talento de polemista do fundador da Homeopatia não lhe deu só amigos; a virulência e a perfídia dos ataques de seus adversários foram muitas vezes alimentadas por seus escritos sem anemidade:

Meus pontos de vista elevam-se bem acima da rotina mecânica, que faz pouco caso da vida tão preciosa dos homens, tomando como guia coleções de receita, cujo número crescente a cada dia prova a que ponto ainda está, infelizmente, disseminado o uso que delas é feito. Deixo esse escândalo à ralé do povo médico e ocupo-me apenas da medicina reinante, que pensa que sua antigüidade lhe dá realmente o caráter de uma ciência.
Esta velha medicina vangloria-se de ser a única que merece o título de racional, porque pensa ser a única que se empenha em pesquisar e afastar as causas das doenças, a única também que segue os rastros da natureza no tratamento das doenças.
Tolle causam!, exclama ela continuamente, mas se atém a esse vão clamor. Pensa poder encontrar a causa da doença, mas na verdade, não a encontra de modo algum...”(Hahnemann,1834,trad.fr.,1856).

Com algum retrocesso no tempo, vemos que as coisas não são tão simples, merecendo portanto, que nos detenhamos um pouco. Especificamente, a obstinação de alguns em ridicularizar a Homeopatia e desconsiderar todos aqueles que se esforçam para validar ou verificar alguns de seus princípios(cf. a polêmica em torno da memória da água e as tentativas, sustentadas especialmente pela revista britânica Nature , para fazer J. Benveniste cair na armadilha sobre a realidade dos efeitos biológicos das altas diluições de anticorpos anti – IgE) expressa principalmente a grande irritação dos defensores de uma certa medicina, com dominância bio – organo – mecanicista, hoje muito cortejada, contrapondo-se a qualquer pensamento discordante, oscilando entre um terrorismo intelectual e profissional insidioso e destrutivo e um pseudo – ecletismo simplório, mostrando com raro brilho no último livro de nosso colega J.J. Aulas (Aulas, 1993).
Reler os fundamentos da Homeopatia, procurar experimentá-los e validá-los através dos conhecimentos atuais é de imperiosa necessidade para a sobrevivência da disciplina. A Homeopatia, por expressar uma abordagem conceitual original da doença, do doente e do tratamento, só pode enriquecer e enriquecer-se com esta participação nos modernos debates sobre a medicina.
O discurso de Samuel Hahnemann sobre as finalidades da medicina, quais sejam, a escuta do doente, as exigências da experimentação no sujeito sadio, a obrigação Moral do médico de experimentar nele mesmo, o cuidado que teve de identificar os precursores da Homeopatia, a consideração da influência do psiquismo sobre o curso dos acontecimentos (“o remédio moral”) são outras tantas lições de total atualidade. Sua preocupação sobre o sentido a ser dado ao conceito de força vital não deve ser reconduzida a um avatar histórico do pensamento médico.
Se existe um processo que confere aos órgãos e aparelhos do organismo humano a vida que os anima transitoriamente, de que modo ele se expressa? Como se transmite? Como se desregula? Como desaparece? Como se expressam os distúrbios? Como intervir sobre ele?
Toda a questão é saber de que maneira esse “princípio vital” se inscreve nos processos mórbidos. Se reconhecemos que a morte é o efeito do desaparecimento dessa “força vital criadora”, tudo leva a crer ser muito provável que doença e alteração desse “princípio vital” estejam associados. A trajetória de Hahnemann consistiu em ver essencialmente nas manifestações mórbidas uma expressão do desarranjo dessa força vital sob o efeito do agente patogênico, e em considerar esse desarranjo como o perigo real. Corrigir esse desarranjo por meio de um estímulo específico provém de uma lógica indiscutível, mas que estabelece, simultaneamente, os termos de um novo processo terapêutico.
Tal abordagem de ação curativa e preventiva em medicina não pode ser jogada fora com um canetaço ou um levantar de ombros. Trata-se de uma concepção fisiopatológica perfeitamente justificada, mas situada nos antípodas da racionalização habitual sobre a origem das doenças e seu tratamento. Isso nos incomoda? De que maneira os especialistas do mundo do ser vivo , e com eles os médicos, poderiam negar que possam coexistir olhares diferentes, abordagens diferentes e lógicas diferentes sobre a maneira de compreender as doenças e tratá-las? O gênio Samuel Hahnemann transcende as concepções de sua época e, conseqüentemente, uma parte de seu próprio discurso e de sua argumentação: “não há nada de incomum na história do pensamento humano. Prender-se a curiosidades da linguagem, a exageros do verbo ou a representações antiquadas equivale a mascarar a dimensão essencial da contribuição de Samuel Hahnemann à evolução do pensamento médico, como a árvore que esconderia a floresta.


Organon § 2 parágrafo: “O mais elevado ideal de uma cura é rápida, suave e permanente restauração da saúde ou a remoção e o aniquilamento da doença em toda sua extensão, no mais curto, mais seguro e mais inofensivo modo, baseado em princípios facilmente compreensíveis”. (Hahnemann).


Se perguntássemos a um médico, que não tenha sido treinado em Homeopatia, em que consiste a cura, sua mente giraria em torno da idéia do desaparecimentos do estado patológico; no caso de uma determinada erupção de pele, o desaparecimento da erupção seria chamado de cura, se alguma afecção no joelho, uma amputação acima dele seria considerada uma cura; ou se fosse uma doença aguda e o paciente não morresse, isso seria considerado uma cura da doença. Restabelecer a saúde e não remover sintomas, é o primeiro ponto. Restabelecer a saúde tem em vista e estabelecimento da ordem no ser humano, removendo a constipação, as hemorróidas, o edema do joelho, a doença de pele ou alguma manifestação local ou sinal particular de doença ou mesmo a remoção de um grupo de sintomas, não tem como objetivo a restituição à saúde de toda a economia do homem. Se a remoção dos sintomas não é seguida pela restauração da saúde, não pode ser chamada de cura.

“... O único dever do médico é curar o enfermo e portanto, seu dever não é simplesmente remover sintomas, a aparência da imagem da doença, imaginando que dessa maneira restabeleceu a ordem. Que criatura de mente mais simplista ele deve ser! Que rastejador no lixo e no lodo deve ser, quando pode meditar sobre fazer tais coisas, mesmo por um momento! Quão diferentes seriam suas ações e considerasse que cada violenta mudança que produz no aspecto da doença, agrava a natureza interior da doença, agrava a enfermidade do homem e efetua um aumento do sofrimento dentro dele...”( Lições de filosofia homeopática, ed. Organon, 2002 James Tyler Kent).

A primeira coisa a ser considerada num caso é: quais são as indicações curativas neste caso? Que sinais e sintomas chamam a atenção do Homeopata como sinais e sintomas curativos? Isto significa que nem toda a manifestação é uma indicação curativa. Os resultados da doença que ocorrem nos tecidos, nas doenças crônicas, tais como alterações cancerosas,tumores etc. são de tal caráter, que não podem se constituir em sinais curativos. A Ação da causa da doença é do centro para a periferia, do mais interno do homem para o mais externo. A observação de seu estado mental, emocional consiste em alto grau de adoecimentos. Pois o órgão de maior hierarquia no ser humano é o mental bem como seus sinais e sintomas emocionais.
No homem, o centro do governo está na mente e dele cada célula nervosa é governada. A partir dele todas as ações tem lugar para o bem e o mal, para a ordem ou a desordem; a partir dele as doenças começam (em um campo bem mais sutil) e a partir dele começa o processo de cura. Não é a partir de coisas externas que o homem torna-se enfermo, nem a partir das bactérias ou do meio ambiente, mas a partir das causas dele mesmo. Se o homeopata não vê isso, não pode ter uma verdadeira concepção da doença. A desordem no organismo vital é o estágio primário da questão e essa ordem manifesta-se por sinais e sintomas.
Saibamos que a responsabilidade que temos de nossa própria vida é o que se segue adiante no fluxo de nossa história. A ponta do iceberg não é a solução de cura para todos os males. A profundidade do saber inclui impreterivelmente no sentir o Ser, nos amarmos incondicionalmente e sabermos separar o que é criação da Mente superior e o que é criação do Ego.
Você parou para se observar hoje?

Patricia Jorge Alves
Terapeuta Homeopata

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O SENTIDO DA VIDA



O SENTIDO DA VIDA

O fardo da nossa existência torna-se demasiado pesado, encontrando-se envolvida na dura e monótona rotina cotidiana. O cansaço das obrigações, o perigo constante da doença, do desemprego, dos acidentes e da morte; a incerteza dos dias futuros e a angústia das dificuldades financeiras; os homens procuram construir várias espécies ou sistemas de explicações para a vida.
De todos os sistemas que nos são mostrados, um deles podemos chamar de heróico. É o materialista, que explica que a vida como uma fatalidade natural a que não podemos fugir e que devemos enfrentar com energia e serenidade, sem nos atemorizar-mos. Belo sistema!
As almas fortes, dotadas de intuição mas que de serve todo o heroísmo desse sistema para a grande massa do povo que não tem disposição para o heroísmo?Se toda uma nação torna-se materialista, veríamos extremos de desespero e de loucura que esse belo sistema nos leva.
Na filosofia clássica, na corrente do ceticismo, que nos vem do filósofo grego Perron(aproximadamente 360-270 a.C) limita-se a considerar a vida como um fardo consumado, diante do qual nos resta suportá-la. Para os temperamentos frios e calculistas naturalmente indiferentes, ele pode servir.
Há um sistema que chamaríamos de otimista, e que não se funda no pensamento. Segundo esse sistema a vida é bela, o mundo é magnífico e o homem nasceu para gozar as delícias da vida e os esplendores do mundo. Quando motivos desagradáveis nos acometem, não podendo satisfazer a esse objetivo único da existência, corajosamente estourar os miolos com uma bala ou atirar-se do último andar do mais elegante arranha céu é a solução mais fácil.
Mas há outro sistema que se enquadra na estrutura doutrinária de várias religiões dominantes do mundo, segundo qual o homem nasceu para sofrer e o seu destino é a dor, a amargura, sendo uma luta com as adversidades insuperáveis. É um sistema doloroso que o povo procura sempre dosar com sua esperança ilógica. A uma lenda para esse sistema que sempre repetimos: “A felicidade não é deste mundo”.
Ao surgir na Terra em forma de filosofia interpretando a vida, em meados do século XIX, Allan Kardec professor e cientista, opôs-se desde logo a todos esses sistemas. Negou que a vida não tenha objetivo nem significação, combateu a teoria do prazer material como finalidade da existência humana e manifestou-se contrário à idéia de que o homem nasceu para sofrer. Foi ensinado a Kardec pelos espíritos outro sistema diferente de todos os anteriores, abrindo perspectivas novas e mais amplas para a Inteligência Humana, horizontes mais vastos para o coração angustiado do homem terreno, que se debate entre a crença empírica numa vida futura e a descrença científica, cada vez mais desesperada, em qualquer possibilidade de sobrevivência.

O Espiritismo renovou fundamentalmente a concepção humana da vida e do mundo, ensinando ao homem que ele não nasceu para gozar nem para sofrer, mas para evoluir, crescer e progredir; pois tudo ao nosso redor nos faz crescer. A dor deixou de ser um castigo imposto ao homem pela “absurda vingança de Deus” contra o “casal primitivo”; o prazer deixou de ser o objetivo aceitável da existência corpórea e ambos, prazer e dor, passaram a ser meras decorrências de um processo mais amplo e mais complexo, em que o homem se acha envolvido, para crescer e se desenvolver, em espírito e verdade. Seria injusto em acreditar-mos que após a morte, dormiríamos num sono profundo e que quando Deus achar necessário acordaríamos e dependendo de nossos atos aqui na Terra viraríamos pó. E todo sacrifício, aprendizagem, sofrimento se não teremos mais continuidade. Seria irracional pensarmos dessa forma. Se Deus é equilíbrio, porque uns nascem com privilégios e outros não, se todos nós somos filhos do mesmo Pai? Pois é com esse raciocínio lógico e sendo regidos pelas “Leis Universais” é que nos desenvolvemos e aprendemos tendo a oportunidade de evoluirmos com a certeza da continuidade de nossa história.
A teoria do transformismo, da evolução das espécies, de Charles Darwin, apresenta o homem como descendente direto das espécies inferiores, dos animais, e mais proximamente do macaco. Segundo essa teoria , o homem é um ser que vem sendo elaborado pela natureza através de longo processo, passando pelas mais variadas experiências biológicas, para chegar ao seu estado atual. A vida não é mais do que um trabalho constante de elaboração, e o homem é o mais elevado produto desse esforço multimilenar de todas as forças conhecidas e desconhecidas do Universo que habitamos. Toda a Natureza é um imenso e penoso trabalho de construção.
A geologia nos mostra a formação da Terra, através dos séculos e dos milênios, como um lento e laborioso desenvolvimento. Vemos graças aos estudos e as pesquisas científicas, que as várias classes de seres vivos estão todas ligadas numa ampla cadeia. Por que estranho motivo apenas o homem seria uma exceção a regra geral? E que estranha rejeição seria essa em detrimento de si próprio ao invés de engrandecê-lo? Se o homem não se enquadrasse nesse vasto panorama da evolução terrena, qual seria sua posição, num mundo de constante evolução? Tudo progride ao seu redor, “menos ele” o enteado da criação, abandonado às suas próprias fraquezas e encerrado no estreito limite da vida orgânica, entre o berço e o túmulo. Tudo flui e tudo se transforma. Nesse imenso processo o homem representa o ponto culminante da Natureza.
As religiões dizem que “Deus criado o homem à sua imagem e semelhança. De acordo com esse princípio, aparentemente bíblico, o homem tem de ser elemento à parte na criação, porque é a própria imagem de Deus colocado dentro do Universo. O espiritismo nos mostra esse conceito ao invés de elevar o homem, diminui a Deus.

Kardec nos disse no capítulo XII da Gênese:

“... Não rejeitemos, pois a Gênese bíblica; estudemo-la, ao contrário, como se estuda a história da infância dos povos.”
“Deus é a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas.”
Vemos, portanto, que Deus não foi esquecido, nem ficou à margem mas continua colocado com mais justeza e maior razão, na base de tudo quanto existe.
Comentando a teoria científica de que as coisas do Universo provém das propriedades íntimas da matéria, sem intervenção de qualquer outro princípio.

Kardec nos escreveu no Livro dos Espíritos:

“... Atribuir a formação primordial das coisas às propriedades intrínsecas da matéria seria tomar o efeito pela causa, pois que esses propriedades são, por sua vez, efeitos que devem ter uma causa.”

A natureza do efeito decorre sempre da natureza da causa. Analisando o Universo, pelo que dele podemos aprender, vemos que seus efeitos são de natureza inteligente, e se entrosam de maneira tão harmônica, tão perfeita, que só podem decorrer de uma causa inteligente.
O Espiritismo estabelece uma estreita relação entre a Ciência e a Religião, por meio da filosofia. Sem negar a existência de Deus, ele contraria a concepção antropomórfica das religiões e estabelece uma teoria. Deus já não é matéria de crença. No tocante a formação do homem à imagem e semelhança de Deus; diz a gênese bíblica que o homem foi feito de terra e embora não aceitando literalmente a imagem de um boneco de barro feito por alguém; que seria Deus. O Espiritismo aceita o princípio de que o homem procede do barro terreno, de que a vida orgânica teve princípio juntamente com o desenvolvimento mental e psíquico, na argila fecunda dos primeiros tempos da formação planetária.
A pergunta formulada por Allan Kardec no primeiro capítulo do Livro dos Espíritos:
“ Pode o homem compreender a natureza íntima de Deus?”
Responderam os espíritos:

“ – Não, pois lhe falta o sentido necessário.”
Kardec esclareceu:

“ A inferioridade das faculdades do homem não lhe permite compreender a Natureza íntima de Deus. Na infância da humanidade o homem o confunde muitas vezes com a criatura, cujas imperfeições lhe atribui; mas a medida que nele se desenvolve o senso moral, seu pensamento penetra melhor no âmago das coisas, então, faz idéia mais justa da Divindade e, ainda que sempre incompleta à sã razão.”

“...Deus não tem a forma orgânica do homem. Ora, se compreendemos que o homem não é seu corpo animal, mas o espírito que anima esse corpo e realiza através dele sua evolução na vida terrena, vemos que as palavras da bíblia não foram prejudicadas pela interpretação espírita; e vemos que há uma relação mais íntima e profunda de essência e não de forma, entre Deus e o homem,do que a relação materialista estabelecidas pelos exegetas bíblicos das várias religiões.” ( Herculano Pires).

A alma ou espírito é o princípio inteligente do Universo. Indestrutível, ao mesmo título que a força e a matéria, não lhe conhecemos a essência íntima, mas somos obrigados a reconhecer a existência distinta. O princípio inteligente, do qual emanam todas as almas é inseparável do fluído universal; sob sua forma original o que vale dizer em seu estado mais puro.
Todos os espíritos encarnados ou desencarnados qualquer que seja o grau de seu progresso moral são revestidos de uns invólucros, invisíveis, intangíveis e imponderáveis. Perispírito é como denomina esse corpo fluídico.
Trecho retirado do livro Evolução Anímica do autor Gabriel Delane:

“...A finalidade da alma é o desenvolvimento de todas as faculdades a ela inerentes. Para consegui-lo, ela é obrigada a encarnar grande número de vezes, na Terra, a fim de acendrar suas faculdades morais e intelectuais, enquanto aprende a se­nhorear e governar a matéria. É mediante uma evolução ininterrupta, a partir das formas de vida mais rudimentares, até  à condição humana, que o princípio pensante conquista, lentamente, a sua individualidade. Chegado a esse estágio, cumpre­-lhe fazer eclodir a sua espiritualidade, dominando os instintos remanescentes da sua passagem pelas formas inferiores, a fim de elevar-se, na série das transformações, para destinos sempre mais altos.
As reencarnações constituem, destarte, uma necessidade inelutável do progresso espiritual. Cada existência corpórea não comporta mais do que uma parcela de esforços determinados, após os quais a alma se encontra exausta. A morte representa, então, um repouso, uma etapa na longa rota-- da eternidade. Depois, é a reencarnação novamente, a valer um como rejuvenescimento para o Espírito em marcha. A cada renascimento, as águas do Letes propiciam à alma uma nova virgindade: desvanecem-se os erros, prejuízos, as superstições do passado.  Paixões antigas, ignomínias, remorsos, desaparecem, o es­quecimento cria um novo ser, que se atira cheio de ardor e entusiasmo, no percurso da nova estrada. Cada esforço redunda num progresso e cada progresso num poder sempre maior. Essas aquisições sucessivas vão alteando a alma nos inumerá­veis degraus da perfeição.
Revelações são essas que nos fazem entrever as perspec­tivas do infinito. Mostram-nos a eternidade da existência a desenvolverem-se nos esplendores do cosmo; permitem-nos me­lhor compreender a justiça e bondade do imortal autor de todos os seres e de todas as coisas.
Criados iguais, todos temos as mesmas dificuldades a vencer, as mesmas lutas a sustentar, o mesmo ideal a atin­gir  a felicidade perfeita. Nenhum poder arbitrário a predes­tinar uns à beatitude, outros a tormentos sem fim. Unidos, só o somos de própria consciência, pois ela é quem, ao retornarmos ao espaço, nos aponta as faltas cometidas e os meios de as repararmos.
Somos, assim, o árbitro soberano de nossos destinos; cada encarnação condiciona a que lhe sucede e, mal grado a lentidão da marcha ascendente, eis a gravitar incessantemente para alturas radiosas, onde sentimos palpitar corações fraternais, e entrarmos em comunhão sempre mais e mais íntima com a grande alma universal - A Potência Suprema...”
Termino este pequenino texto com a certeza de buscar sempre mais para a caminhada evolutiva e o sentido da vida ao meu  “ser” tem a consciência de que somos sementes em evolução e crescimento.

Patricia Jorge Alves
Terapeuta Homeopata


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DEPRESSÃO


                                  
                             

Depressão é uma manifestação de nossa alma, demonstrando que não estamos indo no caminho certo.
A humanidade fez mal uso do seu livre- arbítrio, como conseqüência vemos nos dias de hoje , orgulho e vaidade exacerbados, tornando os homens cada vez mais infelizes e descontentes.
As reações emocionais, mentais e físicas, nada mais são do que desequilíbrios de comportamentos e atitudes que tomamos à frente dificuldades e sem a real e verdadeira observação e ponderação de nossos pensamentos e sentimentos, trazendo à tona adoecimentos desnecessários.
O auto-conhecimento é necessário às mudanças que devemos fazer para conquistarmos  a verdadeira cura.
A dor física e moral é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento e de progresso . As provas nos ensinam a conhecer e dominar nossas paixões e a amarmos realmente os outros. A dor é uma lapidação do espírito.
Para aceitarmos o sofrimento, temos que entender a causa do problema.
 A dor purifica o ser, pois nos faz aprender a ter paciência, resignação. É a fornalha onde se funde o egoísmo, em que se dissolve o orgulho ( Léon Denis)
Para Curar verdadeiramente a Depressão, temos que trabalhar a caridade em seu mais alto grau começando por nós, resgatando os verdadeiros valores que temos e compreendendo e aceitando nossa vida como ela é.
 É preciso saber lidar com nossas emoções; não devemos nos censurar por senti-las, porém analisá-las com cuidado e modificá-las através de uma auto-crítica e assim decidir o que fazer com elas.
Necessitamos reparar as atitudes desonestas que temos conosco, pois do contrário teremos que sofrer as conseqüências de nossos atos.
Quantas vezes suprimimos e negamos nossas emoções, diante de acontecimentos , que nos machucam profundamente. Aprender a sentir nossas emoções equivale a ser honestos com nós mesmos; pois nos ajudam no processo do auto  descobrimento.
Se auto rejeitar, se menosprezar, se humilhar é um ato de ausência de amor, engrandecendo demasiadamente o orgulho, pois  a vida não é como nós queremos e sim como nós necessitamos para o aprendizado e a evolução necessária ao nosso espírito.
Interpretar corretamente nossos sentimentos nos torna verdadeiros, e conseqüentemente a nossa força interna reascende nos trazendo  coragem para enfrentarmos a nós mesmos; pois esse é o verdadeiro desafio.
Aprender com os erros, para adquirirmos maturidade espiritual, sabedoria e resistência perante as vicissitudes da vida é um ato grandioso para conosco e para com as pessoas que nos rodeiam.
 O problema fundamental da redenção, não se resume a palavras faladas ou escritas. É muito fácil, pronunciar belos discursos e prestar excelentes informações,guardando, embora, a cegueira nos próprios olhos.
Nossa necessidade básica é de luz própria, de esclarecimento íntimo, de auto educação, de conversão substancial do “Eu” ao reino de Deus.
Podes falar maravilhosamente acerca da vida, argumentar com brilho sobre a fé, ensinar os valores da crença, comer o pão da consolação, exaltar a paz, recolher as flores do bem, aproveitar os frutos da generosidade alheia, conquistar a coroa efêmera do louvor fácil, amontoar títulos diversos que te exoneram a personalidade em trânsito pelos vales do mundo.
Tudo isso em verdade, pode fazer o espírito que se demora, indefinidamente, em certos ângulos da estrada”.
Todavia, avançar sem luz é impossível.
(texto extraído do livro Caminho, Verdade e Vida – Psicografia de Chico Xavier- pelo espírito de Emmanuel).

PATRICIA JORGE ALVES
TERAPEUTA HOMEOPATA

INSTITUTO CULTURAL IMHOTEP